terça-feira, 4 de junho de 2013

DESPEDIDA DO SR. CARL ELSENER

Ibach-Suíça, 3 de junho de 2013: É com um profundo sentimento de luto que nos despedimos do Sr. Carl Elsener, Líder Sênior da Victorinox AG e para quem nós somos extremamente gratos.
Carl Elsener
O cuteleiro Carl Elsener, responsável pela fama mundial do canivete suíço, morreu no último sábado (1º) aos 90 anos, segundo comunicado da "Victorinox'", empresa fundada pelo pai de Elsener, Karl, que criou o objeto.
A benção, Carl... eu vou honrar seus canivetes prá sempre...
Obrigado!

sexta-feira, 31 de maio de 2013

"Prestes a fazer 130 anos, canivete suíço abre vinhos, salva vidas e ajuda no parto de jumentas , além de cortar as unhas dos meus filhos..."
Até a invenção do smartphone, ele foi o rei dos bolsos espertos e símbolo do homem elegante e prevenido. Entre os gadgets mecânicos, não tem rival, não consta que seja possível fazer um parto com um iPhone.
Não foram as situações extremas, no entanto, que fizeram a fama do canivete suíço, mas a prontidão para toda eventualidade. Abrir o vinho no piquenique, consertar a haste dos óculos, apertar um parafuso ou apenas ser colecionado. Fiz muito disso...
São 81 os "aplicativos" da versão mais completa, que inclui termômetro, barômetro e altímetro (e custa R$ 1.831).
O mecanismo que permite abrigar tantas lâminas dobráveis (existentes desde a Roma antiga) foi criado com precisão de relojoeiro em 1894, pelo cuteleiro Karl Elsener, cujos herdeiros continuam no comando da empresa.
Recentemente associado ao mercado de luxo por produtos que traem, de certa forma, sua vocação democrática, o canivete se mantém inoxidável na estima de consumidores e fabricantes. "Ele sempre será o produto do coração", diz Urs Wyss, executivo da Victorinox, marca líder de mercado, no QG da empresa.
A fábrica fica no vilarejo de Ibach, no vale do canivete suíço, com lagos, montanhas nevadas e vaquinhas, todas suíças.

Se há um lugar onde de fato chove canivete, é ali. Desenvolvido para forjar diariamente 60 mil unidades, o maquinário cospe 360 modelos diferentes. O Brasil compra 100 mil unidades anuais.

Há ainda os modelos sob encomenda: com bisturi, para servir como brinde para médicos, ou o Master Craftsman, com que a Nasa equipava seus astronautas.
A Casa Branca costumava encomendá-los para presentear visitantes, como também fazia, nos anos 1970, o poderoso Henry Kissinger (secretário de Estado dos EUA entre 1973 e 1977), que fez estampar canivetes com o brasão do Departamento de Estado.
Os tempos de fato são outros sobretudo depois do 11 de Setembro. A proibição de carregar objetos cortantes em aviões foi uma punhalada na Victorinox, que fala em queda de 30% nos negócios, obrigando-a a intensificar a diversificação (roupas, bagagens, relógios) que já vinha desde 1989.
A proibição teria impedido, por exemplo, o salvamento de uma criança engasgada com uma bala durante uma viagem de avião, na Índia, em 1976. O petiz foi salvo por um médico que fez uma traqueostomia com o canivete de um passageiro. "Isso precisa ser dito na sua reportagem", diz Wyss, com ar grave.Existem ainda as amolações com as cópias chinesas -a Victorinox persegue judicialmente os falsificadores. "Assim que ganhamos um processo, aparece um novo fabricante", queixa-se Wyss.

Para completar, mínguam também as encomendas do cliente que ajudou a construir a grife. A crise de 2008 forçou a redução de contingente do Exército suíço, que todo ano equipa com um canivete e um fuzil seus 10 mil recrutas, além dos oficiais.
Motivo de chacota do humorista Jerry Seinfeld, que protagonizou um quadro hilário em que soldados suíços tentam se defender com as inofensivas faquinhas, os modelos militares na verdade têm trava de segurança e lâminas próprias para o campo de batalha e podem ser usados como baionetas.
Há ainda modelos específicos para jogar golfe, para velejar e para operações de resgate este, fosforescente, é ideal para quebrar vidros de carros e faz microfuros no para-brisa.
Com tantas possibilidades ao alcance da mão, espanta que boas almas escrevam para a fábrica sugerindo novas funções, como integrar um smartphone ou um minikit de maquiagem, com espelho, batom e sombras.
Adotar as sugestões não está nos planos da Victorinox, afirma Wyss o smartphone, diz ele, pode desvirtuar a vocação mecânica das faquinhas (ainda que já existam modelos com pen drive). Já maquiagem não atende ao público-alvo da marca, eminentemente masculino.A fábrica em Ibach mantém um serviço de reparação de canivetes enviados por clientes do mundo inteiro, que, a um preço simbólico (R$ 20), recupera relíquias de família.
O público volta e meia também envia, espontaneamente, relatos de façanhas realizadas com as minilâminas vermelhas: histórias de resgates no Himalaia, reparos na estação espacial Mir e aventuras nos sete mares, além de curiosidades como a do alemão que ajudou no comovente parto de uma jumenta.
Já o americano Gilbert Levin deixou o seu cair na estação de tratamento de esgoto onde trabalhava e, quatro anos depois, ao esvaziá-lo para manutenção, encontrou-o praticamente intacto.
E, sim, parece ser real a história do dr. John Ross, um médico canadense que fez pelo menos seis amputações com a serrinha do seu canivete, num hospital rural em Uganda.
Não tente fazer em casa mas, caso precise, não deixe de esterilizá-lo com uma boa fervura, como fez o dr. Ross.
Os meus canivetes suiços são exclusivos, prá mim. O maior, que era do meu pai, viajava comigo sempre para eventuais necessidades até a proibição de levá-lo em vôos.
O menor, que eu ganhei do pai de uma minha namorada em 1966, servia para cortar as unhas dos meus filhos e lixar as minhas, além de ser útil com o uso do palito e da pinça... foi, e é muito útil até hoje.
Não sai do meu bolso até hoje...

domingo, 26 de maio de 2013

"Tony Kanaan ganha 500 milhas de Indianápolis pela 1ª vez"
O brasileiro Tony Kanaan, finalmente, venceu pela primeira vez as  "500 milhas de Indianápolis" neste domingo na mais tradicional prova do automobilismo mundial, válida pela Fórmula Indy, de uma forma espetacular na penúltima volta.
O piloto da equipe KV Chevrolet é o quarto brasileiro a conseguir vencer as 500 milhas. Antes, Emerson Fittipaldi (1989 e 1993), Gil de Ferran (2003), e Hélio Castroneves (2001, 2002 e 2009) já haviam vencido a prova.
Parabéns, Tony "o bom baiano", você merecia esta vitória.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

"A boca dos cães é mais limpa do que a dos humanos"
Adoro meu cão...  mas...
Isto é um Mito!
Segundo a médica veterinária Claudia Farapo, do hospital veterinário da Ufrgs, nem há como fazer essa comparação, já que as espécies são diferentes e, portanto, os hábitos (alimentares e de higiene, principalmente) são diferentes – sem falar nos diferentes microorganismos que habitam a boca de cada um.

Claro que alguns donos cuidam melhor de seus cães, inclusive escovando os dentes, mas mesmo assim eles podem transmitir doenças (entre elas a raiva) e verminoses pela saliva. No entanto a veterinária afirma que se uma pessoa for lambida e não tiver ferimentos na pele não há grandes riscos - ela adverte para
sempre lavar a mão após ela ser lambida por um cachorro, assim evita-se levar saliva do cão à boca e pegar doenças.
Ou seja, um cão é um cão... não um ser humano, tá?
Pense nisso! E trate seu cão como um cão.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

"Esse americanos são uns neuróticos..."
Saiu no UOL hoje:

"Após atentado em Boston, loja dos EUA suspende venda de panelas de pressão"

"Após os atentados à Maratona de Boston no último dia 15, nos quais panelas de pressão foram usadas como explosivos, uma gigante do varejo norte-americano resolveu suspender temporariamente a venda dos itens em suas lojas no Estado de Massachusetts.
O gerente da Williams-Sonoma, rede especializada em móveis e utensílios de cozinha que tem mais de 250 lojas nos EUA, disse a um site local que a suspensão era um ato "de respeito". Três pessoas morreram e mais de 260 ficaram feridas nos atentados.
A venda das panelas, contudo, continua disponível na internet."
Ah bom! (grifo meu)

Aí, eu vos digo:
E as armas, pistolas, fuzis, revólveres e outros artefatos mais sofisticados, ainda estão disponíveis em várias outras lojas, sem restrições... em sinal "de liberdade"... para matar com mais requinte, sem usar réles utensílios de cozinha da mãe ou da avó...

Ah bom! (eu repito)

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Tão estranho esse mundo em que vivemos!!!


Hoje estamos sendo observados por vários ângulos, por vários "olhos" espalhados pelas ruas, pelas casas, pelos supermercados, pelos bares, pelas empresas, pelos celurares, tablets, e etc., etc.

Cuidado com o "Sorria, você está sendo filmado."

Cuidado com o que você faz, usa ou leva, ou melhor, com o que os outros pensam que você fez, usa ou leva...

Qual o objetivo desse "olho" do grande irmão?

Você pode estar no lugar errado, na hora errada, com a companhia errada, mas fazendo a coisa certa.Quem vai julgar você???

Os outros que estão te vendo...
E como você se defende?

Se fôr no Estados Unidos, os campeões do mêdo de atentados depois do 11 de setembro, você não tem defesa. Se fôr muçulmano, islamita, árabe, latino ou outra etnia que não atenda aos padrões rígidos dos anglo-saxões, você está ferrado.Será cassado e julgado sumàriamente e executado se esboçar qualquer reação vista como "perigosa" para quem está te caçando...

E não é só nos Estados Unidos. Já vi este filme, literalmente, no caso do brasileiro Jean Charles na Inglaterra, lembra?
Já aconteceu comigo.
Eu uso barba desde os meus 16 anos quando os pêlos começaram a aparecer, por pura preguiça de fazer a barba todos os dias como meu pai fazia. Posso dizer, como poucos, que meu bigode é original de fábrica... nunca foi raspado!

Mas, voltando ao texto, quando fui à Europa em 1971, eu e meu amigo Paulo, fomos revistados e observados em quase todos os aeroportos pelos quais passamos por sermos brasileiros. E vimos
aqueles "mais suspeitos", os árabes, serem pràticamente 'desnudados' nas revistas pelos oficiais da alfândega.

Tenho acompanhado o triste caso ocorrido em Boston esta semana.

O que os americanos estão fazendo? Caçando qualquer suspeito para fazer "justiça" a qualquer preço, como questão de honra, mas... (e sempre haverá um 'mas'), começando com os muçulmanos, islamitas, árabes, latinos, etc. e etc., e, porque não, os "tchetchenos", como eles dizem, muitos dos quais fugiram dos

massacres da Rússia buscando um lugar melhor para viver e esquecer os horrores pelos quais passaram, e infelizmente, escolheram os Estados Unidos para viver a propagada "liberdade" que lá haveria. E eu reforço, 'haveria'...

Vemos, nos noticiários americanos todos os dias, os casos de americanos, anglo-saxões legítimos ou não, atirando em colegas, e matando professores, e outros desafetos, nas escolas e universidades daquele país.
Como se pode definir quem é o culpado pela sua aparência, etnia, religião, preferências, ou barba?Há malucos em todos esses perfis. E como não dizer que nos Estados Unidos não têm americanos malucos.
Aliás, eu acho que eles são os mais malucos do mundo... já que eles se acham os 'mais' em tudo do mundo, não é?

Você concorda com o que êles estão fazendo lá?

O mundo está ficando cada vez mais perigoso, principalmente nos Estados Unidos. Eu não piso lá, nem que me paguem...
Ou nós nos reciclamos, voltamos a acreditar nos principios básicos da cidadania, do respeito, da harmonia entre os povos, da aceitação das diferenças ou...Notícia lida nos jornais dessa semana:
"Foram encontrados três planêtas, fora do nosso sistema solar, que podem abrigar vida primitiva."
Tô indo prá lá... fui!

sábado, 6 de abril de 2013

Cão pit bull ataca e mata a dona em casa no interior de SP
Como você trata seu cão?
Uma mulher foi morta na noite de ontem (5) em Itapira (173 km de São Paulo) após ser atacada pelo cachorro dela, da raça pit bull.
Bárbara de Oliveira, 35, farmacêutica,estava em casa sozinha com o animal quando foi atacada.
Segundo o vizinho Roberto Gomides, Bárbara tinha uma boa relação com o animal. "Ela sempre passeava com ele, era um xodó mesmo", disse. No perfil dela na rede social Facebook, uma foto do cachorro era utilizada como imagem de capa. Há ainda dezenas de fotos do cão no perfil da farmacêutica.

Pense bem antes de ter um cachorro... êle merece atenção e respeito.

Eu tive cachorro por 15 anos, o "Black Explorer", da raça "SRD", um cachorro maravilhoso que eu cuidava como um cachorro, não como um membro da família, mas com muito carinho e amor. Ele cuidava da casa, não de mim. Ele era um cachorro, não um ser humano... e essa é a diferença.
Pense nisso quando adotar um cachorro!