domingo, 24 de março de 2013

Vai ter churrasco no céu...
Marcos Bassi - O Mago das Carnes
Marcos Guardabassi era dono do restaurante Templo da Carne, no Bixiga e nos deixou hoje aos 64 anos. Filho de italianos, nasceu e cresceu no bairro do Brás.
Autodidata, aprendeu tudo sobre a carne. Mas descobriu a vocação de churasqueiro depois de transferir seu açougue para a rua Humaitá, no Bixiga e instalar ali uma churrasqueira. Não chamou o lugar de açougue, mas de "Casa de Carnes Bassi" (onde minha mãe comprava todas as carnes que comíamos em casa e que ela fazia com primor e amor).
Bassi quem deu valor à fraldinha (que me fez adotá-la no meu fondue), peça considerada de segunda por muito tempo e hoje apreciadíssima pela maciez e pela pouca quantidade de gordura.
É, vai ter churrasco no céu... Viva!

quinta-feira, 14 de março de 2013

Você se acha apto a julgar?
Quem matou Mércia?

Mizael Bispo de Souza é condenado a 20 anos de prisão pelo assassinato de Mércia Nakashima, foi a sentença do juiz em cima do veredicto do juri popular hoje.
O juiz, na sua sentença, disse que o réu mentiu.
Antigamente, pelo menos que eu saiba, usava-se o detector de mentira ou, como nos filmes, o sôro da verdade para extrair do suspeito a verdade dos fatos.
Será que não se usa mais? Ou não se pode usar no Brasil? Quem pode me dizer?
O caso foi bem encaminhado pela promotoria, mas será que temos a plena certeza de ter usado todos os recursos possíveis?
Quanto a mídia e o clamor popular têm força para pré-julgar alguém antes do juri popular?
Alguém se lembra do caso da Escola de Base?
O Mizael tem cara de assassino, grifo meu, mas assassino tem cara?
Pode ser seu vizinho, seu sócio, seu marido, sua mulher ou qualquer outro sêr que se pareça com um assassino, mas como descobrir se é ou não? Eu não sei...
Será que nós já estamos preparados para julgar com isenção da mídia, do clamor popular, qualquer crime sem dúvidas???
Seria fácil falar que eu cometi um crime. Podiam me acusar de ser passional, de estar desempregado, de ser ciumento e , inclusive,  de ter uma arma em casa.
E eu tinha! Felizmente, eu entreguei uma "garruncha 22" enferrujada antiga, que meu pai tirou de um cara na Boate "Século XX", que ficava em cima do Edifício Martinelli no começo do século passado, durante uma briga entre duas pessoas, onde êle não tinha nada a ver, no programa de desarmamento do govêrno federal.
Mas nem todo mundo é assim. São valores que cultivamos desde a infância.
Se eu fosse jurado, eu o condenaria, mas será que eu seria justo?
A consciência de cada um que o diga...
Quando seremos capazes de julgar imparcialmente se cometemos tantos pecados e não nos preocupamos com o próximo?
Que saudade do Perry Mason, quando a gente sabia que, pelo menos na ficção, a justiça tinha sido feita...
Pense, e veja se você está preparado para julgar!
Ou, como dizia meu pai, "macaco, olha o seu rabo".

segunda-feira, 11 de março de 2013

"MORRE WILSON FITTIPALDI, PAI DE EMERSON E WILSINHO, AVÔ DE CHRISTIAN E BISAVÔ DE PIETRO"
Foto: Oswaldo Palermo
"Aí vem o carro do líder (...). É o Brasil ganhando o campeonato mundial de automobilismo pela primeira vez na história. É o Emerson Fittipaldi, campeão mundial de automobilismo. Vai ingressar na reta de chegada... E atenção! Aí vem o vencedor da competição! (...) Venceu Emerson Fittipaldi, venceu o Brasil,
minha gente. Vitória incontestável do automobilismo brasileiro".


Eu ouvi quando Wilson Fittipaldi, o "Barão" narrou essas palavras no histórico 10 de setembro de 1972, quando seu filho, Emerson, deu ao Brasil o primeiro título da Fórmula 1.

Em nota, Emerson Fittipaldi relatou os últimos momentos com o pai, de 92 anos:
"Ontem falei no ouvido do meu pai que linda família que ele formou e que todos nos estávamos torcendo e orando para que ele melhorasse e que Deus sempre amou a nossa família e ele também. Foi nesse momento que ele pela primeira vez e única desde que esta internado abriu os olhos, balançou a perna, movimentou a boca, era um sinal de amor para essa família grande e querida. (...)

A Benção "Barão", o céu vai andar mais rápido agora...

quarta-feira, 6 de março de 2013

Isto me irrita!
Tô surpreso com a política através dos novos políticos!

O Romário, o "baixinho", foi eleito hoje como Presidente da Comissão de Turismo e Esporte da Câmara de Deputados em Brasília.
Diz que vai trabalhar e fiscalizar tudo. Pelo que se sabe, tem trabalhado mesmo, ou alguém sabe de algum escândalo envolvendo o 'baixinho'?
Aliás, o "Tiririca", o palhaço-deputado, também fará parte da comissão. Apesar de desiludido com a política, é um dos 9, isso mesmo, 'NOVE' deputados que não faltaram a nenhuma sessão da câmara.

Será que o povo estava tão errado assim quando votou neles? Ou estavam certos os que votaram no Renan, no Chalita, no Marcos Feliciano, o pastor indicado para Presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, e tantos outros que enojam o mandato dos seus eleitores?

Você decide, e você comenta...

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Eu já fui Papa! Sim, Eusebio (o único) -"Eusebius"- (de abril/309 - a dezembro/310)
Santo Eusébio
Mas a história que  eu quero contar é outra.
Eu nasci sob as bençãos do Papa Pio XII - "Pius Duodecimus" - (03/1939-10/1958) que se chamava: Eugenio Maria Giuseppe Giovanni Pacelli e era italiano. Êle morreu no mesmo ano do meu avô 'França' (Francisco Amaro Junior). Tenho, inclusive, um moeda comemorativa do seu pontificado que guardo com muito carinho.
Frequentei o primário e o ginásio num colégio católico dos padres capucinos descalços, fiz a primeira comunhão, fui crismado, assisti aos Jogos Panamericanos em São Paulo, estudei italiano e passei a minha adolescência sob as bençãos do novo Papa João XXIII - "Ioannes Vicesimus Tertius" - (10/1958-06/1963) que se chamava: Angelo Giuseppe Roncalli e também era italiano.
Continuei estudando, me formei em Contabilidade, fiz faculdade, me casei, fiz pós-graduação, e meu primeiro filho, Carlos Eusébio, nasceu, mudei para o Rio de Janeiro, tudo sob as bençãos de um novo Papa, Paulo VI - "Paulus Sextus" - (06/1963-08/1978) que se chamava: Giovanni Battista Enrico Antonio Maria Montini e também era italiano.
Ainda morando no Rio, morre o Papa.
É eleito, então, o Papa João Paulo I -"Ioannes Paulus Primus"- (08/1978-09/1978) que se chamava Albino Luciani e era, ainda, italiano.
Estava indo trabalhar, no meu Puma '78 conversível, o que eu não fazia costumeiramente no Rio, paro na esquina para comprar o jornal e vejo a manchete: "Morre o Papa". Eu penso, essa notícia é velha, o Papa Paulo VI morreu e eu já sabia. Não, eu não sabia. O Papa que morreu era aquele que acabara de ser eleito... o Papa João Paulo I, que tristeza! Seria a sina do "primeiro"?
É eleito o novo Papa, João Paulo II -"Ioannes Paulus Secundus" - (10/1978-04/2005) que se chamava: Karol Wojtyla e era polonês, o que foi uma grande inovação na Igreja por se tratar de um não italiano em muitos anos.
O que mudaria? Mudaria muito!
Minha mulher ficou grávida, um novo sêr viria, apesar de minha mãe jurar pelo "Tarô" que era uma filha, veio um filho. Adivinha o nome dêle? Acertou. João, não o Paulo, mas o Vicente por minha decisão. Não me pergunte o por quê de não João Paulo... eu digo só para os mais chegados, tá?
O que mais mudou? Me divorciei, mudei prá Porto Alegre, casei com uma gaúcha, mudei prá Curitiba, tive mais um filho, o André, voltei prá Porto Alegre, depois me separei de novo, voltei prá São Paulo e, depois de muita luta, aqui estou sob as bençãos do novo Papa Bento XVI -"Benedictus Decimus Sextus"- (04/2005-02/2013) que não morreu e se chama Joseph Alois Ratzinger, é alemão, e está se despedindo hoje do seu pontificado, algo inédito nos últimos séculos.
Então, eu completo minha história. Se êle, o Papa que, como eu já foi Papa e está se demitindo, eu também estou me demitindo.Vou curtir minha aposentadoria, não num castelo, mas na minha casinha simples mas aconchedora, para pensar na vida e na morte...
Como êle, eu agradeço a todos que participaram da minha vida e agradeço a atenção que tiveram comigo. Espero que entendam que a minha decisão não foi fácil, como a dêle, mas é a melhor decisão a ser tomada.
Obrigado a todos os meus amigos e que Êle os abençoe e os proteja.

Eusebio II -"Eusebius II"- (02/2013-07/2026, ou até quando Êle quiser...)

sábado, 23 de fevereiro de 2013

"Steven Tyler diz que gastou US$ 6 milhões em cocaína"
Foto: Steve Marcus/Reuters
Steven Tyler, 65, revelou o quanto gastou com drogas em sua vida em um programa de televisão australiano.
De acordo com a biografia "Does the Noise in My Head Bother You?", o pai da atriz Liv Tyler gastou US$ 20 milhões (R$ 40 milhões) em cocaína nos anos 1970 e 1980.
Ao ser perguntado sobre se o valor publicado era correto, o vocalista do Aerosmith disse: "Provavelmente a cifra mais realista é US$ 5 milhões ou US$ 6 milhões (R$ 12 milhões). Mas isso não importa. Você poderia dizer também que eu cheirei metade do Peru, mas, você sabe, é o que a gente fazia".
Que bacana!
Eu sou rockeiro há 45 anos, tenho quase a mesma idade do Steven, tivémos a mesma exposição à droga naquela época mas, e sempre existe um "mas", nunca nos rendemos a ela.
Posso garantir que o "Loupha", ou seja, o "Vermelho", o Victor, o Hermínio e eu nunca usamos droga.Também, nunca tivemos US$ 6 milhões, mas tivemos coragem e carácter para dizer não às drogas. E nunca compactuamos com quem usasse no meio.
Aliás, o meio sempre teve os 'bons' e os 'maus' meninos. E a gente sabia direfenciar os dois e ficar do lado dos 'bons', mesmo que isso significasse ser 'do contra', ser 'careta'.
Afinal, é só um "tapa", diziam eles. É, um "tapa na cara da sociedade", como diz o Datena.
Como podemos melhorar a nossa sociedade se não combatermos as drogas? Como podemos ser mais felizes se não cuidarmos do próximo?
Não são bandidos os que consomem, mas alimentam os bandidos que destroem as famílias por pura ganância.
Pense nisso quando alguém te oferecer algum tipo de droga e diga: "Nâo, obrigado! Eu gosto da minha família."
E seja solidário quando alguém te pedir ajuda para sair do vício. Êle merece a nossa atenção, carinho e amor.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

"Oscar Schmidt é eleito para integrar Hall da Fama americano do basquete"
Oscar em Atlanta, 1996.
Bons tempos do nosso basquete.
Nesta sexta-feira, foram anunciados os 12 finalistas do Hall da Fama do Naismith Memorial Basketball, uma das maiores honrarias do basquete mundial. Além disso, cinco atletas garantiram vaga direta no quadro - entre eles, o ex-jogador brasileiro Oscar Schmidt.
Oscar se junta a Ubiratan Maciel, campeão mundial em 1963, e Hortência Marcari, campeã mundial em 1994 e atual diretora da Confederação Brasileira de Basquete. Os dois foram os primeiros brasileiros a entrar para o Hall da Fama americano. Togo Renan Soares, conhecido como "Kanela", que conquistou o bicampeonato mundial e a medalha de bronze como técnico da seleção masculina, também estava entre os indicados, mas não avançou.
O "Mão Santa" atuou pela seleção entre 1977 e 1996, em trajetória que teve como ponto alto a conquista da medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis, em 1987.

PARABÉNS, OSCAR! VOCÊ MERECE, VOCÊ É UM BRASILEIRO COM "B" MAÍSCULO.