Acabei de assistir o "Rossa in Rio". Uma mistura de Rock e Bossa. Com seus altos e baixos...
Primeiro, os altos.
O 'maravilhoso' show (ao vivo) do Stevie Wonder, cantando seus grandes clássicos, com toda a galera cantando junto.
Mas, o momento mais emocionante foi o show da galera cantando, à capela, "Garota de Ipanema" a pedido do próprio Stevie ('cortando' a sua filha que cantava), e ele se deliciando com o afinado côro brasileiro. Valeu!
Depois, os baixos.
O show de 'mau gosto', e 'desempolgante' da banda inglesa Jamiroquai. Sem graça e sem gosto. Por que será que ele veio fantasiado de índio?
Não sei porque, mas realmente deve ter sido um programa de índio prá ele e pra mim que fiquei acordado até agora...
No fim, o médio. (Afinal, tem que ter um médio)
A apresentação da Ke$ha. Muito maluca, mas original, bem articulada. Ligou a plateia.
Mas o que me chamou a atenção foi o pedestal do microfone com o 'desenho' de uma mão segurando o próprio (não consegui uma foto sequer, do pedestal, claro). Muito legal! Gostei. No mais, consegui me divertir.
Agora, vou dormir. Não consigo ver mais do "Rossa in Rio".
Continuo com saudade do "Woodstock".
O que que eu posso fazer?
Gosto é gosto, e Rock é Rock...
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Rock in Rio! ...Que saudade do Woodstock...
Parabéns, Roberto Medina, pelo Rock in Rio... mas o de 1985.
Foi uma brilhante ideia, levar o Rio para o mundo, com o verdadeiro rock, aquele que eu vivi, que eu curti, que eu senti... Valeu!
Mas agora, vendo o Rock in Rio, 2011, me bate uma saudade do Woodstock. Aquela coisa lúdica, simples, chão e emoção do puro Rock'n'Roll.
Hoje é mega-show. Artistas milionários, produções espetaculares, 'hollywoodianas' em todos os sentidos, sensacional, majestosa, mas sem tesão... Cadê o talento, cadê a emoção, cadê o tesão???
O simples é mais difícil que o complexo, já dizia alguém.
É, o mundo mudou muito, e, eu, muito pouco.
Continuo gostando das coisas boas, da boa música, da simplicidade, da autenticidade, dos verdadeiros talentos, dos verdadeiros gênios da música, do verdadeiro Rock'n'Roll.
Sou um dinossauro do Rock, pode ser, mas eu era feliz e sabia!
A gente ganhava pouco mas se divertia, e muito, pode perguntar prá qualquer dinossauro do rock...
Hoje os 'caras' ganham uma fábula, mas será que se divertem como nós?
"Eu duvide-o-dó".
Fica aqui o depoimento de um rockeiro com 46 anos de carreira (veja a história no site: http://www.loupha.com.br)
Quem gostar, que goste, quem não gostar, que não goste. Azar seu!
"O Mundo Gira e a Luzitâna Roda"
Foi uma brilhante ideia, levar o Rio para o mundo, com o verdadeiro rock, aquele que eu vivi, que eu curti, que eu senti... Valeu!
Mas agora, vendo o Rock in Rio, 2011, me bate uma saudade do Woodstock. Aquela coisa lúdica, simples, chão e emoção do puro Rock'n'Roll.
Hoje é mega-show. Artistas milionários, produções espetaculares, 'hollywoodianas' em todos os sentidos, sensacional, majestosa, mas sem tesão... Cadê o talento, cadê a emoção, cadê o tesão???
O simples é mais difícil que o complexo, já dizia alguém.
É, o mundo mudou muito, e, eu, muito pouco.
Continuo gostando das coisas boas, da boa música, da simplicidade, da autenticidade, dos verdadeiros talentos, dos verdadeiros gênios da música, do verdadeiro Rock'n'Roll.
Sou um dinossauro do Rock, pode ser, mas eu era feliz e sabia!
A gente ganhava pouco mas se divertia, e muito, pode perguntar prá qualquer dinossauro do rock...
Hoje os 'caras' ganham uma fábula, mas será que se divertem como nós?
"Eu duvide-o-dó".
Fica aqui o depoimento de um rockeiro com 46 anos de carreira (veja a história no site: http://www.loupha.com.br)
Quem gostar, que goste, quem não gostar, que não goste. Azar seu!
"O Mundo Gira e a Luzitâna Roda"
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