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sábado, 17 de setembro de 2011

Estudo baseado no baseado... não entendeu? Então leia!



Maconha pode aumentar o risco de tumor nos testículos.

Um em cada quatro pacientes com câncer de testículo consome maconha regularmente, segundo estudo realizado pelo Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo) com pacientes atendidos no setor de urologia.
"O usuário crônico da droga pode ter uma alteração hormonal que favorece o surgimento dos tumores no órgão", aponta Daniel Abe, urologista do Icesp e um dos responsáveis pela pesquisa.
Ele afirma ainda que as pessoas que usam a droga têm de duas a três vezes mais riscos de desenvolver tumores cancerígenos do que os não consumidores.
"Sem contar que a doença em quem usa maconha geralmente é mais agressiva e tem uma evolução bem maior", diz.
O câncer de testículo atinge principalmente pacientes com idades entre os 15 e 34 anos e apresenta altos índices de cura. "Se for diagnosticado precocemente, com tumores localizados apenas nos testículos, as chances de cura são de 90% a 95%.

(reportagem de Cleber Arruda, do Jornal 'Agora' de hoje)

domingo, 5 de dezembro de 2010

Quem domina o tráfico de drogas?


Quem domina o tráfico de drogas?
São os traficantes, os produtores, os colombianos, os bolivianos, os mexicanos, os 'Fernandinhos', etc., etc. ...?
Não!

Só há um resposta realista: o consumidor!
É, o consumidor de drogas de todas as camadas sociais, dos países mais desenvolvidos, pricipalmente os mais abonados, os mais influentes, e os mais poderosos.

Como em todo negócio capitalista, o consumidor é sempre o responsável pela demanda, daí a oferta, seja ela lícita ou ilícita.

Já ouvi uma estória sobre este domínio.
Numa famosa editora de revistas brasileira, havia um elemento que lá trabalhava todo santo dia. Daquele tipo que colocava o paletó na cadeira e ninguém mais o via.
Um certo dia, o seu chefe, desinformado e incorformado com o sumiço contumaz do seu estafeta, resolveu demití-lo. Foi o maior "êrro" de sua carreira. Êle era o 'fornecedor exclusivo e seguro' de drogas para os executivos da editora.

Temos que olhar para nós mesmos e parar de ver fantasmas nos outros.

Eu fui 'rockeiro' nos anos 60, e continuo sendo até hoje. Já convivi com 'hyppies' e outras 'tribos' assediados por este mundo das drogas, e posso dizer que nem eu, nem meus amigos, jamais fomos 'consumidores' de drogas, muito menos 'mentirosos'...
Questão de caráter e de educação, de lisura e verdade.

Se todos se preocupassem mais com educação e valores básicos de que uma sociedade deve ter, não teríamos tantos problemas quanto temos hoje.
Vamos olhar mais para dentro de nós mesmos e nos preocuparmos com o que nos cerca e melhorar nosso mundo, antes que seja tarde.

Sou Careta! Com muito orgulho.