"Tiririca preside pela primeira vez sessão de comissão da Câmara."
Nove meses depois de chegar à Câmara como o deputado mais votado do país, Francisco Everardo Oliveira e Silva (PR-SP), vulgo Tiririca, fez nesta quinta-feira (8) sua "estreia" no Congresso. Alternando expressões como "beleza pura", "maravilha, garoto" e "legal", Tiririca presidiu por quase três horas sessão da Comissão de Educação e Cultura que fez audiência pública para discutir a concessão de alvarás para instalação de circos nas cidades.
Tiririca revelou que, nos primeiros três meses de mandato, se sentia um peixe fora d'água na Câmara.
"- Mas hoje estou tranquilo. Dou um baile aqui."
Espero que não dê um 'baile' no povo que votou nele... A Florentina está de olho...
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
"O Povo no Poder, pelo poder do povo"
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Agora, vai perder a graça... hehehehe...
Supremo Tribunal Federal confirma que programas de humor podem fazer piadas com políticos.
E eu vos pergunto: o contrário também pode?

O STF confirmou nesta quinta-feira a suspensão do artigo da lei que proibia os programas de humor de fazerem piadas com candidatos e partidos políticos em período eleitoral.
"Vedar o humor: isso é uma piada", afirmou Ayres Britto, citando frase atribuída ao presidente do tribunal, Cezar Peluso.
"Os humoristas, sejam jornalistas ou não, podem ser considerados verdadeiros artistas da liberdade", disse Celso de Mello.
"O humorista não ridiculariza, não degrada, não humilha, não agride, não ofende", afirmou José Antonio Dias Toffoli em seu voto.
"O Ministério do Humor adverte: as piadas sobre políticos podem fazer mal a sua saúde mental inibindo sua percepção eleitoral."
E eu vos pergunto: o contrário também pode?

O STF confirmou nesta quinta-feira a suspensão do artigo da lei que proibia os programas de humor de fazerem piadas com candidatos e partidos políticos em período eleitoral.
"Vedar o humor: isso é uma piada", afirmou Ayres Britto, citando frase atribuída ao presidente do tribunal, Cezar Peluso.
"Os humoristas, sejam jornalistas ou não, podem ser considerados verdadeiros artistas da liberdade", disse Celso de Mello.
"O humorista não ridiculariza, não degrada, não humilha, não agride, não ofende", afirmou José Antonio Dias Toffoli em seu voto.
"O Ministério do Humor adverte: as piadas sobre políticos podem fazer mal a sua saúde mental inibindo sua percepção eleitoral."

